O L’Hôtel, situado no coração de Saint-Germain-des-Prés, é amplamente considerado o primeiro hotel boutique do mundo. O edifício ergue-se no local onde se situava o «Pavilhão do Amor» da Rainha Margot, do século XVII, embora a estrutura tal como a conhecemos tenha sido construída em 1828. Ganhou estatuto lendário por ter sido a última residência de Oscar Wilde, que, como é sabido, ali viveu até à sua morte, em 1900.
Os interiores foram magistralmente reinventados pelo renomado designer Jacques Garcia, que transformou o espaço num refúgio decadente e boémio. Com apenas 20 quartos únicos, o hotel transmite uma sensação incrivelmente íntima. A decoração é assumidamente extravagante, com paredes revestidas de tecidos luxuosos, mobiliário em veludo e texturas ricas que refletem a história dramática do estabelecimento.
Um dos segredos mais encantadores do hotel é o seu spa subterrâneo, que alberga uma belíssima piscina de hammam escondida nas abóbadas de pedra — perfeita para uma escapadela tranquila. No andar de cima, o bar, apropriadamente chamado «Wilde’s», serve como um local acolhedor para tomar um cocktail, rodeado por paredes adornadas com cartas e fotografias da época em que o autor ali esteve.
A localização é um sonho para os amantes da cultura. Está a uma curta e agradável caminhada do mundialmente famoso Musée d’Orsay e do Louvre. As ruas circundantes estão repletas de cafés parisienses icónicos, galerias de arte e boutiques pitorescas, captando o verdadeiro espírito da Margem Esquerda. Continua a ser um refúgio glamoroso e discreto para quem procura experimentar a alma artística de Paris.
Críticas de especialistas
«Construído em 1827, o L’Hotel foi o último local onde Oscar Wilde residiu e ocupa um lugar especial no coração dos parisienses. Este discreto e histórico hotel de cinco estrelas dispõe de 20 quartos glamorosos, incluindo uma penthouse com quase 600 pés quadrados, com terraço, um restaurante-bar e uma piscina com hammam na cave.»
Apresentado na secção «36 Hours in Paris» do New York Times.
«Numa rua tranquila junto ao cais, esta pousada premiada é sinónimo de romance, mitos parisienses e lendas urbanas. Clientes famosos do mundo da música e do cinema disputam o direito de dormir no quarto 16, onde Oscar Wilde faleceu em 1900 e que agora está decorado com motivos de pavões.»
«Este local é famoso por ser o hotel onde Oscar Wilde faleceu, mas tem muito mais para oferecer do que apenas história, com uma localização excelente no coração de St-Germain, um restaurante com estrela Michelin e uma decoração sumptuosa da autoria de Jacques Garcia.»
O que os hóspedes gostaram
- Pessoal simpático
- Estilo boutique
- Excelente localização
- Camas confortáveis

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